Segunda-feira, 25 de Junho de 2007

MEMORIAL

 

Não sei porque vivo vagamente,

o calor que eu perdí,

nasceu de ti.

Coragem alma possessa,

o rasgão está aberto.

Apenas um estalido de dedos

e a morte encarrega-se do resto.

Talvez desista, tanta tristeza e a vida

é tão bodenga.

Todos rastejam na lama poluída

no pântano do tempo.

O fardo que transporto dos

amores inóspitos, não sei se será vida,

lodo, exactamente o lodo

da agonia da morte.

Tudo esmoreçe, a tua

imagem esvaiçe pouco a pouco.

Tudo se desmorona e a queda

é livre, o abismo é profundo

e a morte espera.

Os últimos tempos foram o sepulcro

dos meus escombros.

Houveram noites de embriaguez

e palavras.

 


marquesarede às 23:18
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